A partir das reflexões suscitadas pelas leituras propostas, penso que,
dentre as finalidades da educação na era das tecnologias, está a de
possibilitar ao aluno tornar-se um ser crítico, pois muitas pessoas têm acesso
à internet, inclusive por celular. O que permite acompanhar os acontecimentos
mundiais em tempo real; discutir qualquer assunto, online, com pessoas
conhecidas e desconhecidas, em qualquer lugar do mundo, etc.
Isso significa, segundo Pozo
(2004, p.34), “distribuir socialmente o conhecimento”, pois
é cada vez maior a inclusão digital nas escolas e residências dos estudantes
ou, pelo menos, de colegas que dividem seus equipamentos para realização de
trabalhos escolares e para diversão com jogos. Para esse autor, “ela (a educação) deve ajudá-los a construir
seu próprio ponto de vista, sua verdade particular a partir de tantas verdades
parciais.”
Porém, não
basta ter acesso às novas tecnologias ou levar os alunos para a sala digital,
se não houver um planejamento, uma metodologia apropriada para trabalhar com os
estudantes, dentro da escola. É preciso que alunos e professores mudem seu
entendimento sobre o que é estudar, aprender e ensinar, a fim de obter
resultados melhores no processo de ensino e aprendizagem, na atual sociedade,
onde a informação e a comunicação transitam continuamente “pelos quatro cantos
da terra”. Mas saber como realizar isso, com sucesso, ainda é complicado e
estamos aprendendo como colocar em prática.
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